Sala de administração em madeira escura, com luz quente escondida no teto e cadeiras de direção frente a frente ao longo da mesa
Portugal · Espanha · Brasil · China

Vendemos empresas a quem as sabe comprar.

Avaliamos, procuramos o investidor certo, e negociamos até à escritura. Sem o seu nome sair daqui.

O que ouvimos primeiro

Três frases, sempre pela mesma ordem.

“Não sei quanto vale.”

“Não quero que ninguém saiba.”

“Não sei quanto tempo demora.”

São as três primeiras coisas que toda a gente nos diz. Respondemos às três antes de assinar seja o que for.

O que fazemos

Nove frentes, uma casa.

Começa quase sempre por uma pergunta sobre dinheiro e acaba num negócio fechado. Pelo meio entra tudo isto.

01

Fusões e aquisições

Vendemos, compramos e fundimos empresas. Do primeiro número até à escritura.

02

Avaliação de empresas

Quanto vale, com contas que se mostram a um comprador sem corar.

03

Novos negócios e startups

Estudo de viabilidade antes do primeiro euro. Depois, o plano posto a andar.

04

Gestão de processos

Onde é que o dinheiro se perde por dentro. Depois arruma-se.

05

Conflitos internos

Alguém de fora, sem lado nenhum, a ver o que lá dentro já ninguém vê.

06

Internacionalização

Abrir mercado lá fora, com a China como especialidade da casa. Ver a Missão China

07

Fundos europeus

Candidaturas e plano de negócio. O dinheiro existe, falta a papelada certa.

08

Registo de marcas

Proteger o nome antes de alguém o registar por si.

09

Formação

Atendimento e vendas, para a equipa que fica quando o dono sai.

Antes de existir empresa

Novos negócios e startups

Começa por um estudo de viabilidade: se as contas não fecham no papel, não fecham na rua. Se fecharem, desenhamos o plano, analisamos o que trava o resultado e ficamos cá dentro a implementar as soluções, até os números mudarem.

Quando o problema é lá dentro

Conflitos internos

Sócios que deixaram de se entender, equipas travadas, decisões que ninguém toma. Entramos de fora, sem lado nenhum, ouvimos toda a gente e devolvemos o problema visto de longe — com uma saída em cima da mesa.

Internacionalização · Canton Fair

Ir à fábrica do mundo, não ao catálogo.

Duas vezes por ano a indústria chinesa inteira junta-se no mesmo recinto, em Guangzhou. Não é um catálogo nem um intermediário a mostrar fotografias: é o fabricante do outro lado da mesa, com a amostra na mão e o preço a sair na hora. Uma semana ali vale meio ano de emails.

200 mil+Compradores por edição
35 mil+Expositores e fabricantes
1,5 M m²Área de exposição
2 fasesIndústria e consumo

Tratamos do terreno para que só tenha de trabalhar: chega, entra na feira e anda por onde quiser. Os fornecedores que escolher são escolha sua, sem ninguém a empurrar nomes nem a sentar-se à mesa consigo.

A viagem tem casa própria: a Missão China, com acompanhamento em português do aeroporto à feira. Depois de Guangzhou segue-se Shenzhen, para ver a tecnologia que ainda não chegou cá. As datas e os grupos estão no site da missão.

Ver a Missão China (abre noutro separador)
O que tratamos
  • Voos
  • Hotel
  • Deslocações, do aeroporto ao trem-bala
  • Credenciamento oficial na feira
  • As aplicações de pagamento chinesas, a funcionar antes de aterrar

O que não tratamos, e é de propósito: reuniões, negociação e logística de importação. Essa parte é sua, e é o que o deixa livre para fechar com quem quiser.

Como funciona

Quatro passos, seis a doze meses.

Passo 01

Sentamo-nos

Uma conversa fechada. Ouvimos o negócio e o que quer que aconteça.

Duas cadeiras de direção frente a frente numa mesa de madeira escura, com luz quente entre elas
Passo 02

Avaliamos

Números, contratos, ativos. Sai um valor que se defende.

Documentos e contas sobre uma mesa escura sob um foco de luz quente
Passo 03

Procuramos

Levamos o dossier a investidores na Europa, no Brasil e na Ásia. Sem o seu nome.

Uma fachada de escritórios à noite com uma janela acesa
Passo 04

Fechamos

Negociação, due diligence, escritura. Ao seu lado até ao fim.

Uma pasta de couro fechada com uma caneta pousada em cima, na mesa, no fim da reunião
A procura

Um comprador de cada vez, até aparecer o que serve.

Não pomos a sua empresa à venda num anúncio. Batemos às portas uma a uma, sem dizer o seu nome.

Carregue e mantenha premido para ver a procura acontecer. Solte para parar.

Encontrado. É assim que procuramos: um de cada vez, até aparecer o que serve.

3Continentes
9Frentes de trabalho
0€Até fechar negócio
Vinicius Barbosa, CEO da Smart's Business Consulting
Quem está do seu lado

Vinicius Barbosa

Faz a ponte entre quem vende uma empresa e quem a quer comprar. A equipa estende-se pela Europa, Américas e Ásia, e é por isso que um negócio começado em Braga pode acabar fechado noutro fuso horário.

Braga
Madrid
São Paulo
Xangai

Hora local, agora. Enquanto uma janela apaga, outra acende.

Housee Lda AMI 17.529 Largo da Estação 1, loja 39, Braga
Perguntas

As perguntas que nos fazem sempre.

Pago alguma coisa à cabeça?

Não. A primeira conversa e a avaliação inicial não custam nada. Só ganhamos quando o negócio fecha.

Os meus funcionários vão saber que a empresa está à venda?

Não por nós. O dossier vai para o mercado sem nome, sem morada e sem nada que identifique a empresa. O seu nome só aparece depois de o interessado assinar confidencialidade.

Quanto tempo demora a vender uma empresa?

Entre seis e doze meses, do primeiro número à escritura. Há negócios mais rápidos e há anos maus. Dizemos-lhe logo na primeira conversa qual é o caso do seu.

Como é que chegam ao valor da empresa?

Histórico de contas, ativos, contratos em vigor, e o que o mercado pagou por empresas parecidas. Sai um intervalo, não um número mágico, e mostramos como lá chegámos.

E se eu desistir a meio do processo?

Desiste. Não há exclusividade eterna nem penalização por mudar de ideias. Três em cada quatro empresários arrependem-se de ter vendido, quase sempre por terem vendido depressa demais. Não vamos ser nós a empurrar.

Confidencial

Quanto vale a sua empresa?

Diga-nos o essencial. Respondemos em 48 horas, só a si.

Vai direto para contacto@smarts.pt. Não partilhamos nada com ninguém.