Venda a empresa de uma vida sem a vender à pressa.
Tratamos da venda, compra ou fusão da sua empresa, do primeiro número à escritura. O mercado vê o negócio, não o seu nome. E só ganhamos quando o negócio fecha.
A primeira conversa não custa nada e não obriga a nada.
Vender uma empresa não é pôr um anúncio.
Quem tenta sozinho costuma bater nas mesmas quatro paredes. E cada uma custa dinheiro no preço final.
O número está na sua cabeça, não nas contas
Pede-se o que se sente que a empresa vale. O comprador paga o que consegue justificar. É nessa diferença que os negócios morrem, logo na segunda reunião.
Toda a gente fica a saber
Um anúncio, uma conversa no sítio errado, e a equipa, os clientes e a concorrência sabem antes de haver comprador. A empresa perde valor enquanto está à venda.
Aparece um interessado. Só um.
Sem alternativa em cima da mesa, quem compra dita o preço e o prazo. E sabe perfeitamente disso.
A due diligence apanha-o desprevenido
Contratos por assinar, contas por arrumar, tudo a depender do dono. Cada surpresa encontrada pelo comprador transforma-se em desconto.
Uma empresa vende-se uma vez. O desconto que se aceita à pressa não se recupera depois.
Falar com a Smart'sO que fica feito, do seu lado da mesa.
Um processo conduzido para vender pelo valor certo, ao comprador certo, sem que o mercado saiba quem vende.
Avaliação que se defende
Um intervalo de valor construído com as contas, os ativos, os contratos e o que o mercado pagou por empresas parecidas.
Resumo cego
Setor, dimensão e números, sem nome nem morada. É isto que vai ao mercado, e nada mais.
Compradores escolhidos
Empresas do setor que crescem por compra, investidores, quem quer comprar o próprio emprego. Escolhemos a quem mostramos.
Confidencialidade antes do nome
Quem quer ver o resto assina primeiro um acordo de confidencialidade. Só depois sabe de que empresa se trata.
Due diligence preparada
O que um comprador vai pedir, arrumado antes de ele o pedir, para que nada vire desconto à última hora.
Negociação até à escritura
Propostas comparadas lado a lado, condições discutidas e calendário cumprido até à assinatura.
Quatro passos, e em cada um sabe o que se passa.
O primeiro não custa nada. Os seguintes só acontecem se fizerem sentido para si.
- Passo
Sentamo-nos
Uma conversa fechada. Ouvimos o negócio, o número que tem na cabeça e o prazo que lhe serve. Não custa nada e não obriga a nada.
- Passo
Avaliamos
Contas dos últimos exercícios, ativos, contratos e comparáveis de mercado. Sai um intervalo que se defende, não um número mágico.
- Passo
Procuramos
Vai um resumo cego a investidores e compradores na Europa, no Brasil e na Ásia. O nome só aparece depois da confidencialidade assinada.
- Passo
Fechamos
Propostas em cima da mesa, due diligence acompanhada e negociação até à escritura. Só aqui ganhamos.
Somos a escolha certa se…
Faz sentido falarmos se:
- Quer vender nos próximos um a dois anos e ainda não começou a preparar.
- Não tem sucessor na família nem na equipa, e quer que a empresa continue.
- Tem um sócio a querer sair e ninguém sabe quanto valem as quotas.
- Quer comprar uma empresa para crescer mais depressa do que a crescer sozinho.
Não somos para si se:
- Precisa de vender esta semana, a qualquer preço.
- Quer pôr o nome da empresa à vista de todos para ver o que aparece.
- Procura apenas um anúncio num portal de negócios.
O que nos perguntam antes de avançar.
Pago alguma coisa à cabeça?
Os meus funcionários vão saber que a empresa está à venda?
Quanto tempo demora a vender uma empresa?
Quem são os compradores?
E se eu desistir a meio do processo?
Também ajudam a comprar uma empresa?
Comece por uma conversa fechada.
Conte-nos o setor, os anos de casa e o que quer para si depois da venda. Respondemos com os próximos passos e com o que falta para ter um intervalo de valor.
- Primeira conversa e avaliação inicial sem custo
- Só ganhamos quando o negócio fecha
- Sem exclusividade eterna nem penalizações